21/06/2016

Zen: Transformando as experiências em AMOR


Eu tenho dois lados. Um lado designer e um lado yogui.

Eles não estão separados um do outro, estão tão enroscados que parecem até um só.

Mas quando o assunto é trabalho, onde é exigido foco e disciplina, determinei dias para cada um. Segundas, quartas e sextas trabalho com o design; terças e quintas com o Yoga. Depois que tomei essa atitude de gerenciar o tempo para cada tipo de trabalho, muitas coisas aconteceram.

Estou com novas turmas e amando esse progresso. Estou me sentindo realizada, de bem com a vida e até mais alegre. A satisfação de estar vivendo essa nova fase é tão grande, tanto me preenche que em alguns momentos acho que nasci para a tal coisa.

Me alegro ainda mais e comemoro!

Portanto, hoje vim inspirada a compartilhar um pouco da minha prática do Yoga, fora do tapetinho.

É lindo fazermos as posturas, deixar o nosso corpo mais forte e flexível, no entanto, esse não pode ser o objetivo do Yoga.

O objetivo é fortalecer o corpo, para aprendermos a aprimorar a mente e desta forma libertamos o estresse, preocupações e tensões que apenas nos deprimem.

Negociar com a mente requer treino, da mesma forma que negociamos com o corpo para irmos além em uma postura. Foi pensando exatamente nisso, que esse ano comecei com o meu desafio pessoal: Yoga além do tapetinho!

Foto de Luana Depp


Desafio: Transformando as experiências em amor


É fácil amar aqueles que são amorosos e gentis. No entanto, não é fácil amar aqueles que desencadeiam dor, perturbação, raiva, medo e tristeza. Não digo somente para pessoas, situações indesejadas também nos pertubam.

Estou trabalhando nesse ponto atualmente em meu desafio, e tem sido o mais difícil, desde então.

Situações desagradáveis e pessoas menos amáveis nos mostram, onde nos desviamos do caminho de amor e de alegria, ou onde não queremos ir! E é aí que reside a nossa compaixão. Será que ela está tão flexível, quanto as posturas que fazemos no tapetinho?

A compaixão é importante, para sermos capazes de ver as coisas sob o ponto de vista do outro. Precisamos nos colocar no lugar do outro. Você acha que a pessoa que está sendo raivosa com você, está feliz? Não! Ela está aborrecida, e mais tarde poderá se arrepender do que está fazendo agora.

Todos nós cometemos erros, e não fazemos propositadamente. Quando compreendemos isso em vez de responder com mais raiva e julgamentos, sentiremos compaixão.

Não estou dizendo para acolhermos a dor do outro e levar para casa. Ao ter compaixão, cria-se espaço na situação, tornando mais fácil manter a sua energia. Foque na sua energia, e não permita que nada e ninguém desvie a sua vibração.

Se pergunte:


Como posso me afastar de comportamentos sem amor? 

Como me amar o suficiente para evitar que a "maldade" de outrem me abale?


Todos servem a um propósito em nossas vidas. Envie sempre energias positivas a todos os que cruzarem o seu caminho.

Você se sentirá mais leve, mais feliz e de bem consigo mesmo, porque soube dominar a maior de todas as energias, a energia do AMOR!

Namastê!

Foto de Luana Depp








PS.1: Topas fazer um desafio pessoal para as situações do dia a dia?

PS.2: Se acha que esse desafio pode ajudar alguém, não deixe de compartilhar! Vamos espalhar AMOR por aí!









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