24/07/2015

Um ano sem consumir nenhum produto

A jornalista alemã Greta Taubert, 30 anos, decidiu sair de sua zona de conforto e ficou um ano sem comprar nenhum produto.

Foto Divulgação


E ganhou a minha admiração, já que vivemos em uma sociedade onde comprar é um ritual sagrado, afinal, se não o fizermos, significará paralisar a economia, desemprego e crise.

E foi exatamente após pensar sobre o fim do sistema capitalista que a jornalista percebeu que ela não sabia fazer quase nada sozinha. "Foi então que ela teve uma ideia: ensaiar por um ano como seria a vida sem gastar absolutamente nada. Decidiu tirar um "ano sabático" das compras, e passou a aprender como fazer tudo na vida: desde matar um animal para comer até fabricar os próprios móveis e plantar." Fonte: G1.

É impossível sermos contra todo o consumo, pois ele é inerente do ser humano, precisamos de teto, roupas, alimentos, remédios e entre outras coisas básicas para a nossa sobrevivência. Mas o superconsumismo, que é o que experimentamos hoje, não significa utilizar bens e serviços para atender às nossas necessidades, refere-se à satisfazer carências emocionais e sociais, já que o valor de uma pessoa em nossa sociedade é medido, na maioria das vezes, pelo o que ela possui.

Greta Taubert experimentou, o que muitas de nós, adeptas do "Faça Você Mesmo", ainda que no universo de decoração/casa, vivenciamos ao vermos um produto feito pelas nossas próprias mãos:

"Quando você faz sua própria cadeira, você provavelmente cuidará mais dela do que a que você comprou por 5 euros no Ikea (rede de lojas de móveis). E quando você descobre a alegria de permutar e reciclar, valoriza muitas coisas que foram rotuladas de lixo antes." diz a jornalista em entrevista ao G1.



A experiência dela, originou o seu livro Apokalypse Jetzt!” ('Apocalipse Now', em alemão), título inspirado no clássico filme de Francis Ford Coppola, de 1979. A sua história está tendo uma repercussão legal na internet, gerando vários debates.

A lição que Greta teve,  foi a importância de viver em comunidade, onde a troca de conhecimentos é mútua e constante e um pode oferecer suporte ao outro. 

E você, o que você achou da experiência?

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